Ministério da Cultura, Laranjinha Itaú e Olhares Instituto Cultural apresentam
A MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo chega à sua 11ª edição. Reconhecida como um dos principais festivais de teatro do Brasil, mantém sua vocação experimental e crítica, além de seu papel estratégico na valorização da cultura brasileira e no fortalecimento do intercâmbio internacional. Realizada de 6 a 15 de março de 2026 em diversos teatros e espaços culturais da capital paulista, a programação tensiona questões urgentes do nosso tempo e suas ressonâncias nas artes cênicas por meio de quatro eixos: Espetáculos Internacionais, MITbr – Plataforma Brasil, Olhares Críticos e Ações Pedagógicas. Produções contemporâneas de diferentes países e linguagens integram o eixo internacional, com trabalhos de artistas como o autor francês Édouard Louis, que tem dois de seus livros adaptados para o palco com direção de Thomas Ostermeier. Além disso, pela primeira vez, a mostra apresenta uma produção do Canadá, dirigida por Philippe Cyr. Já a MITbr se expande em cinco frentes: seleção de espetáculos feita por curadores independentes, o projeto Conexões Centro-Oeste, em parceria com o Itaú Cultural, a PERFORMA12h, realizada em parceria com o iBT – Instituto Brasileiro de Teatro, além de espetáculos convidados e aberturas de processos. Ações reflexivas e pedagógicas completam a programação, com debates, oficinas e encontros ancorados na transversalidade entre linguagens e na diversidade cênico-cultural, que colocam em pauta modos de criação e transmissão de saberes nas artes da cena.
Críticas
O sublime como campo de batalha
Crítica sobre Vigiada e Punida, de Safia Nolin e Philippe Cyr | Théâtre Prospero. Por Malu Barsanelli. Nas primeiras páginas de Vigiar e Punir: Nascimento
O Palco como Exílio
Crítica sobre Do lado de cá, de Dieudonné Niangouna. Por Artur Kon Quem tinha assistido a O alicerce das vertigens, apresentado na MITsp em 2019,
Manifestar o (in)visível dos tempos
Crítica sobre as obras da PERFORMA12h. Por Amilton de Azevedo. Anunciado como desejo antigo para a programação, a 11ª MITsp realizou pela primeira vez a
Resgatar o Irretornável
Crítica sobre Quem matou meu pai, de Édouard Louis, com direção de Thomas Ostermeier | Schaubühne. Por Amilton de Azevedo. Édouard Louis começa Quem matou
Arte Novo Éden
Crítica sobre Epílogo, da companhia chameckilerner. Por Daniel Guerra. A diversidade, antes de virar discurso progressista e abstração da cultura empresarial, é dimensão concreta da
Metastaseando o Pensamento
Crítica sobre galhada, em tempos de fissura, do Teatro do Instante. Artur Kon. A palestra-performance virou uma moda do contemporâneo, quase um produto de linha
Espetáculos Internacionais
MITbr - PLATAFORMA BRASIL
Olhares Críticos
PONTO DE ENCONTRO
Em 2026, o iBT – Instituto Brasileiro de Teatro será o ponto de encontro da 11ª MITsp. Durante o festival, o espaço se transforma em um ambiente informal de convivência e troca entre público, artistas e profissionais das artes cênicas, com comidas, bebidas e música.
Acompanhe a programação em @mitsp_