Project Description

Cinderela

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Companhia

Teatro Nacional de Bruxelas/ Compagnie Louis Brouillard

Direção

Joël Pommerat

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Ficha Técnica

Texto e direção: Joël Pommerat
Cenário e iluminação: Eric Soyer
Assistente de iluminação: Gwendal Malard
Figurinos: Isabelle Deffin
Som: François Leymarie
Vídeo: Renaud Rubiano
Música original: Antonin Leymarie
Com: Alfredo Cañavate (pai da menina muito jovem, rei); Noémie Carcaud (fada, uma irmã); Caroline Donnelly (segunda irmã, príncipe); Catherine Mestoussis (sogra); Deborah Rouach (moça muito jovem); Marcella Carrara (voz do narrador); Nicolas Nore (narrador) e Julien Desmet (extra).
Diretor assistente: Pierre -Yves Le Borgne
Assistente do diretor da turnê: Philippe Carbonneaux
Diretor geral da turnê: Emmanuel Abate
Operador de luz: Guillaume Rizzo
Operador de som: Antoine Bourgain
Operador de vídeo: Grégoire Chomel
Diretor de cena: Julien Desmet, Nicolas Nore
Camareira: Nathalie Willems
Montagem de cenário e execução dos figurinos: Ateliers du Théâtre National de Bruxelles
Produção: Théâtre National/Bruxelas em coprodução com La Monnaie / De Munt Em associação com a Compagnie Louis Brouillard. Com suporte do Wallonie-Bruxelles International
Cinderela é publicada pela Éditions Actes Sud- Babel e Actes Sud-Heyoka Jeunesse, com ilustrações de Roxane Lumeret.

Sinopse

Sandra, a Cinderela de Joël Pommerat, está convencida de que as últimas palavras ditas por sua mãe pediam para pensar nela a cada cinco minutos – ou realmente morreria. Um relógio em movimento gera um refrão exasperante e recorda esse juramento. A morte da mãe, rapidamente eliminada na história dos Irmãos Grimm, é o coração dessa narrativa: uma estimulante contemplação das ligações entre tristeza e culpa. Joël Pommerat municia de sentido real o conto de fadas, sem abrir mão do seu encantamento.

Histórico

Joël Pommerat fundou a companhia Louis Brouillard em 1990 e, desde então, sempre concebe os textos e a direção simultaneamente durante os ensaios, motivo pelo qual se autointitula um “escritor de espetáculos”. Sobre sua trajetória artística, publicou duas obras: Théâtres en Présence (2007) e Joël Pommerat, Troubles (2010). Sua primeira peça reconhecida foi Pôles, de 1995. A partir de 2004, fez a trilogia Au Monde (2004), D´une Seule Main (2005) e Les Marchands (2006), aproximando-se da realidade contemporânea e de questões sobre a representação.

As peças de 2004 e 2006, assim como Le Petit Chaperon Rouge (Chapeuzinho Vermelho), foram remontadas no Festival D´Avignon, ao lado de JeTremble1 e 2, em 2008. Pommerat também estabeleceu parcerias longas com o Théâtre de Brétigny-sur-Orge e o Théâtre Paris-Villete, e foi convidado por Peter Brook como artista residente no Théâtre des Bouffes do Nord entre 2007 e 2010. Atualmente, é associado ao Théâtre National de Bruxelles e ao Odéon-Théâtre de L’Europe.

O encenador francês criou outras releituras de contos infantis, com Pinocchio, em 2008, e Cinderela, em 2011. É dele também o texto de Esta Criança, montado em 2012 pela Companhia Brasileira de Teatro. Seus trabalhos mais recentes são La Réunification des Deux Corées e Ça Ira.

Fortuna Crítica

Cinderela é um conto de fadas para crianças, mas o espetáculo de Pommerat é uma das melhores experiências teatrais também para os adultos… O elenco é bem-sucedido ao nos despertar para a abertura dos sentidos e da imaginação. Cinco atores, tão surpreendentes quanto convincentes, interpretam nove personagens. Pommerat nos mostra o mundo como ele é no subconsciente: imenso e complexo. O público vivencia o espetáculo tanto quanto o vê. Uma experiência intensa e perturbadora … “

Le Monde

Cinderela, na leitura de Joël Pommerat, é algo completamente diferente… Impressionante, belo, extasiante, tocante, altamente original, brilhantemente conduzido e maravilhosamente executado – o conto de fadas é fascinante e profundamente comovente. (…) Nós não vamos revelar a malícia com que Joël Pommerat literalmente reescreveu Cinderela com incrível liberdade e fidelidade. Ele nos surpreende a cada passo, nos arrebata. E realiza mil e uma variações – no mesmo gesto, desenha o fundo trágico da infância: o medo, a solidão, os pesadelos, as esperanças, a perda de uma mãe”.

Le Figaro

“A refinada produção de Joël Pommerat é puro deleite no qual, de forma rara, clareza e imaginação se encontram. Transparência e espelhos. A cenografia e a iluminação de Éric Soyer esculpem o espaço, envolvendo as cenas com o encantamento e o mistério necessários”.

Lucie Van de Walle, Entre les Lignes

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