Project Description

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Companhia

Ultralíricos

Direção

Felipe Hirsch

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Ficha Técnica

Projeto: Ultralíricos 5
Direção geral: Felipe Hirsch
Elenco de A Tragédia Latino-Americana: Caco Ciocler, Camila Márdila, Danilo Grangheia, Georgette Fadel, Guilherme Weber, Javier Drolas, Julia Lemmertz, Magali Biff, Manuela Martelli, Nataly Rocha, Pedro Wagner
Música escrita, arranjada e dirigida por Arthur de Faria
Interpretada pela Ultralíricos Arkestra: Arthur de Faria (piano e sintetizadores), Adolfo Almeida Jr. (fagote e efeitos), Mariá Portugal (bateria, percussões e tímpanos), Gustavo Breier (processamentos eletrônicos), Georgette Fadel (trompete), Luccas Bracca (baixo acústico e elétrico), Pedro Sodré (guitarras e overdrives)
Autores de A Tragédia Latino-Americana e A Comédia Latino-Americana*: Andres Caicedo (Colômbia), Augusto Monterrosso (Honduras), César Vallejo (Peru), Dôra Limeira (Brasil), Gerardo Arana (México), Glauco Mattoso (Brasil), Guillermo Cabrera Infante (Cuba), Hector Galmés (Uruguai), J.P.Zooey (Argentina), J. R. Wilcock (Argentina), Jaime Saenz (Bolívia), Leo Maslíah (Uruguai), Lima Barreto (Brasil), Marcelo Quintanilha (Brasil), Maria Luísa Bombal (Chile), Pablo Katchadjian (Argentina) Pablo Palacio (Equador), Reinaldo Moraes (Brasil), Roberto Bolano (Chile), Salvador Benesdra (Argentina), Samuel Rawet (Brasil), Teresa Wilms Montt/Teresa de la Cruz (Chile), Virgílio Piñera (Cuba). *Autores selecionados, sujeito a modificações.
Direção de arte: Daniela Thomas e Felipe Tassara
Iluminação: Beto Bruel
Figurinos: Veronica Julian
Preparação vocal: Simone Rasslan
Coreógrafa e preparação corporal: Renata Melo
Codiretora: Isabel Teixeira
Traduções: Bruno Colbachini Mattos
Crítico interno e dramaturg: Ruy Filho
Assistente de iluminação e operadora de luz: Sarah Salgado
Engenheiro de som, tratamentos, gravações e mixagem: Gustavo Breier
Produção musical: Arthur de Faria e Gustavo Breier
Diretor de palco: Nietzsche
Visagismo: Emi Sato
Aderecistas: Marichilene Artisevskis, Rita Vidal e Paulo Baboni
Efeitos especiais: Miniarte
Assistente de produção: Diego Dac
Assistentes de figurino: Helena Obersteiner e Elis Nunes Santos
Alfaiate: De Lello
Costureiras: Salete Paiva, Judith de Lima e Alice Alves
Design multimídia: Fernando Timba
Fotografias e artes gráficas: Patrícia Cividanes
Assessoria de imprensa: Vanessa Cardoso – Factoria Comunicação
Idealização e direção geral: Felipe Hirsch
Produção executiva: Bruno Girello
Direção de produção: Luís Henrique (Luque) Daltrozo

Sinopse

Felipe Hirsch e Os Ultralíricos estreiam A Tragédia Latino-Americana na MITsp 2016, com a primeira parte de um projeto dedicado à literatura deste pedaço do continente – a ser completado por A Comédia Latino-Americana. Assim como no quadríptico Puzzle, fragmentos, adaptações e trechos de obras compõem a estrutura. O elenco reúne atores brasileiros, argentinos e chilenos.

Histórico

O diretor e dramaturgo Felipe Hirsch foi um dos fundadores da Sutil Companhia de Teatro, em 1993, em Curitiba, onde iniciou uma investigação cênica da narrativa memorialística e de composições estéticas com forte impacto visual. Estabeleceu uma longeva parceria artística com a cenógrafa Daniela Thomas, com o ator Guilherme Weber e com o iluminador Beto Bruel. Entre seus principais trabalhos estão: Estou Te Escrevendo de um País Distante (1997), tese de doutorado defendida por Célia Arns de Miranda na Universidade de São Paulo, A Vida É Cheia de Som e Fúria (2000), eleita pela Revista Bravo! uma das dez peças mais importantes da década; Os Solitários com Marco Nanini, Marieta Severo e Wagner Moura; Temporada de Gripe (2003), de Will Eno; Avenida Dropsie (2005), sobre a obra de Will Eisner, dentre outras. Concebeu a montagem da ópera O Castelo do Barba Azul (2006), de Béla Bartók e da peça Não Sobre o Amor sobre o romance epistolar de Viktor Schklovsky. Dirigiu Viver Sem Tempos Mortos com Fernanda Montenegro e ainda Pterodátilos com Mariana Lima e Marco Nanini. Em 2013, iniciou o projeto Puzzle criado para a Frankfurter Buchmesse, com os Ultralíricos. Hirsch também é diretor do longa-metragem Insolação que teve sua estreia no Festival de Veneza em 2009 e da série da MTV A Menina sem Qualidades (2013).

Fortuna Crítica

“A base sobre qual se cria A Tragédia Latino-Americana é a literatura. Portanto, a experimentação cênica se proporá a instaurar um espaço híbrido de espectadores que ouvem os textos e recriam suas situações ficcionais a partir de indicativos concretos liberados pelos atores, como a inflexão da voz, o gestual, o deslocamento espacial e a caracterização. Mas a moldura e a perspectiva se mantêm, ampliadas, de tal modo a se poder vislumbrar nessa utopia um mapeamento possível de pistas, temas e textos sobre conjuntos humanos, sociais e políticos agora territorializados na América Latina, cartografados na forma de contrastes de sentidos que indicam indiferentemente seu parentesco com uma Tragédia e uma Comédia, ambas formas que podem fazer rir ou chorar, como ocorre na vida”.

Ana Maria de Bulhões-Carvalho

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