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	<title>Jo Cliford &#8211; MITsp 2020</title>
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	<description>7ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo</description>
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		<title>A compaixão transgressora de Jo Clifford em O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu por Nathalia Catharina Alves Oliveira&gt;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Malu Barsanelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2020 15:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Jo Cliford]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>A compaixão transgressora de Jo Clifford em <em>O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu</em></h3>
<h6>por Nathalia Catharina Alves Oliveira</h6>
<p><img class="alignnone wp-image-10033 size-large" src="https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-1024x717.jpg" alt="O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu (The Gospel According to Jesus, Queen of Heaven) @Nereu Jr" width="1024" height="717" srcset="https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-200x140.jpg 200w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-300x210.jpg 300w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-400x280.jpg 400w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-600x420.jpg 600w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-768x538.jpg 768w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-800x560.jpg 800w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-1024x717.jpg 1024w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-1200x840.jpg 1200w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176086_dec1a7b180_o-1536x1075.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>A dramaturga escocesa Jo Clifford tem mais de cem peças escritas e é prestigiada em seu país, porém sua estreia há dez anos de <a href="https://mitsp.org/2020/o-evangelho-segundo-jesus-rainha-do-ceu-com-jo-clifford/"><i>O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu (The Gospel According to Jesus, Queen of Heaven) </i></a>em uma igreja de Glasgow foi marcada por uma multidão de pessoas que se diziam defensoras da palavra de Deus e que, bastante distantes dos princípios de compaixão e tolerância, vociferavam contra Clifford, considerando sua obra uma heresia. Jo é cristã. E sua peça também, mas sob outro ponto de vista, distinto da interpretação religiosa dominante do evangelho. Ao longo desses dez anos, a peça, com direção de Susan Worsfold, foi apresentada em bares, hotéis, restaurantes, mas dificilmente conseguiu pauta nos teatros de seu país. Temos a chance de ter Clifford conosco na MITsp e sobretudo em um espaço público, comum: o Centro Cultural São Paulo.</p>
<p>Não acredito ser possível fazer uma leitura desta obra a partir de dicotomias fáceis e de uma lógica binária que rege em geral a catequese religiosa. Nesta autoficção narrada em cruzamento com a narrativa da vida de Jesus, somos convidadas e convidados a nos sentar à mesa junto a Jesus, Rainha do Céu, compartilhando o pão e o sangue de Cristo; dela, Jesus, Rainha; dela, Jo Clifford; dela, trans; dela, pessoa comum. À mesa, coberta de velas, folhas, pão e vinho, temos logo ao início uma espécie de sermão de Jesus de Nazaré, mas o tom solene é quebrado pela inserção de um trecho da biografia de Clifford que narra sua expulsão de casa quando assumiu ser transgênero. Jo Clifford faz uma releitura da história de Jesus a partir de sua história, trazendo ainda trechos de outras histórias, por exemplo, a compaixão de uma travesti que subia a Consolação e que foi a única pessoa que se dispôs a ajudar um homem que estava na rua. Igualmente, Clifford refaz sua própria biografia a partir de sua leitura da história de Jesus.</p>
<p>A atriz e dramaturga é sagaz ao não se valer do cinismo ou da ironia. A estrutura dramatúrgica constrói uma crítica a partir do ponto de vista da aceitação, da compaixão, perdoando até mesmo os assassinos, relembrando que a única coisa que eles têm é seu próprio ódio e que quando o perderem, não terão mais nada. O que Jo acaba fazendo é transgredir não os princípios cristãos, mas a narrativa ideológica do evangelho que impera como versão oficial. O interesse da dramaturga parece ser não só o de discutir a transfobia que marca parte imensa de nossa sociedade – e que sem dúvida é assunto crucial da peça –, mas ainda deflagrar a intolerância e a necessidade de compaixão de uma forma mais ampla. Clifford vai de sua autoficção para a realidade comum de todas e todos, aproximando, por exemplo, a crucificação de Cristo a nossas crucificações cotidianas no trabalho, na rua e nos pergunta: “Quando pararemos de pecar?”.</p>
<p>A encenação e a construção da dramaturgia vocal e física da atriz revelam uma atuação tanto dramática, quanto cotidiana. A entonação de sua voz cria curvas sonoras, pausas e suspensões que nos transportam para dentro de sua história. Estamos diante de uma representação cênica e igualmente em comunhão ao redor da mesa de Jesus, Rainha do Céu. Por fim, parece que Jo retoma um princípio primordial do acontecimento teatral, uma comunhão, um espaço de escuta comum e compartilhado, tendo desde o início nos dito que o que queria ali era contar uma história e não fazer sermões. Distante de ser uma afronta à fé, Jo Clifford evidencia a transgressão que a ortodoxia religiosa fez do evangelho. A MITsp apresenta ainda a versão brasileira de Renata Carvalho do <i><a href="https://mitsp.org/2020/o-evangelho-segundo-jesus-rainha-do-ceu-com-renata-carvalho/">Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu</a>,</i> com direção de Natalia Mallo<i>. </i>Diante da terrificante transfobia responsável por inúmeros crimes no Brasil, é sem dúvida indiscutível sua pertinência.</p>
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		<title>JOVIDA-20 por Dodi Tavares Borges Leal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Malu Barsanelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2020 15:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Jo Cliford]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>JOVIDA-20 por Dodi Tavares Borges Leal Jo Clifford em apresentação especial de O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu (The Gospel According to Jesus, Queen of Heaven), texto de sua autoria e  direção de Susan Worsfold no CCSP, no quadro da 7ª MITsp, nos coloca diante do desespero do senso comum cisgênero em relação às [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>JOVIDA-20</h3>
<h6>por Dodi Tavares Borges Leal</h6>
<p><img class="alignnone wp-image-10031 size-large" src="https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-1024x717.jpg" alt="O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu (The Gospel According to Jesus, Queen of Heaven) @Nereu Jr" width="1024" height="717" srcset="https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-200x140.jpg 200w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-300x210.jpg 300w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-400x280.jpg 400w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-600x420.jpg 600w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-768x538.jpg 768w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-800x560.jpg 800w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-1024x717.jpg 1024w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-1200x840.jpg 1200w, https://mitsp.org/2020/wp-content/uploads/2020/03/49629176296_1567fd8b8f_o-1536x1075.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Jo Clifford em apresentação especial de<a href="https://mitsp.org/2020/o-evangelho-segundo-jesus-rainha-do-ceu-com-jo-clifford/"><i> O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu (The Gospel According to Jesus, Queen of Heaven)</i></a>, texto de sua autoria e  direção de Susan Worsfold no CCSP, no quadro da 7ª MITsp, nos coloca diante do desespero do senso comum cisgênero em relação às pandemias e suas insanas tentativas de cuidado. O fatídico ano de 2020 nos faz viver em meio a uma complexa circunstância de alternância entre os processos de propagação de um novo vírus e os seus mecanismos de contenção; mas também vivemos em meio à propagação e contenção das transgeneridades e de todas as ideias e existências subversivas ligadas a elas.</p>
<p>A diferença entre o coronavírus e a incansável labuta teatral de Jo Clifford, cuja peça completou dez anos de circulação em 2020, é que o <b>covid-19</b> induz a um pavor de aniquilação da espécie humana por intermédio de contágio microbiológico enquanto a <b>jovida-20 </b>está ligada a uma excitação sobre a eminente finitude da cisgeneridade normativa; excitação que é <i>transmissível</i>. Em ambos os casos encontramos governos à beira de um ataque de nervos ao instigar que, por um lado, aquelas pessoas possíveis hospedeiras do vírus entrem em isolamento e, por outro lado, que as pessoas trans sejamos eternizadas em nossas quarentenas de confinamento social para que se evitem vãs pandemias de gênero. Enquanto o discurso de Jo em cena mostra uma Jesus preocupada com o contágio de prosperidade de vida, temos neste mesmo mês de março de 2020 a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul às voltas com uma criminosa palestra intitulada <i>Epidemia de Transgêneros: O que Está Acontecendo com as Nossas Crianças?</i>. A verdade é que a propagação de dogmas cisgêneros é a real mazela que tem levado ao genocídio de pessoas transgêneras, antes mesmo de qualquer nova mutação viral e sem que a sociedade tomasse medidas efetivas de proteção às vidas trans.</p>
<p>O resplandecer de vida travesti é a ressurreição que a teatra de Jo Clifford propõe a toda morte provocada por exclusão, doença, perseguições políticas e patologização das corpas não cisgêneras. Na arte e no cotidiano, vida travesti contra todos os vírus de cisgeneridade. <b>Jovida-20</b> é a leitura de trans pra frente do evangelho cristão em uma operação da teatra no sentido de revisão transfeminista, terapêutica e de cura dos materiais cispatriarcais brancos dominantes, os quais são a real fonte de todas as enfermidades do mundo. Quando se comunga o corpo de uma travesti, os fármacos assumem sua função natural: a vida. A comunhão trans é respiro de vida para todas as populações.</p>
<p>Assim como Renata Carvalho em sua versão brasileira da peça, <a href="https://mitsp.org/2020/o-evangelho-segundo-jesus-rainha-do-ceu-com-renata-carvalho/"><i>O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu</i></a>, Jo Clifford foi extremamente perseguida politicamente e posta em quarentena por seu trabalho teatral perigoso. Sua dramaturgia põe em risco a cisgeneridade, a branquitude, o machismo e o capitalismo. Em contrapartida, sua benção alcança até mesmo os nossos algozes: o ódio é o pouco que eles têm e perderão este pouco. Se já não perderam.</p>
<p>Chamadas/os ao palco para a grande mesa do ofertório das palavras da <b>Josus</b>, as/os espectadoras/es testemunham a glória suntuosa da unção de novos tempos de liberdade. A comunhão de seu corpo e de seu sangue vivo é também o presságio da transição dos mandamentos cristãos para a palavra travesti, <b>cristrans</b>. A peça nos aponta o ensinamento reverberado por Érica Malunguinho durante a edição do <a href="https://mitsp.org/2020/sarara-trans/">Sarará Trans</a> que ocorreu na <a href="https://mitsp.org/2020/category/eixos-mitsp/acoes-pedagogicas/encontra-de-pedagogias-da-teatra/">Encontra de Pedagogias da Teatra</a><b>,</b> realizada dias depois no mesmo prédio do espetáculo. De acordo com a deputrava estadual de São Paulo, as lutas étnico-raciais e de gênero não são diversidade. São fundamento!</p>
<p>Enquanto Cuba está à frente das quase descobertas de vacinas para prevenir o espalhamento do covid-19, as travestis são alicerces que dão alastramento a cosmovisões insubordinadas e anticoloniais. Neste sentido, é paradoxal que, se em <i>The Gospel According to Jesus</i> vemos uma esplêndida rainha mãe inglesa falando para nós e por nós através da bênção de vida, Caz Ångela na dramaturgia latino-americana sudaca de <a href="https://mitsp.org/2020/esquete-de-teatra-gota-trava/"><i>Gota Trava </i></a>amaldiçoa a cisgeneridade proclamando que para novas liberdades acontecerem, as formas tóxicas de hegemonia social precisam ser extintas<i>. </i>Também apresentada na programação da Encontra, na qual Jo nos premiou com uma abertura litúrgica no dia 10/3, <i>Gota Trava</i>, esquete de teatra do ILUMILUTAS &#8211; grupo de estudos de iluminação cênica e processos sociais da UFSB, é a adaptação de <i>Medeia</i> (de Eurípedes) e Joana em <i>Gota d’Água</i> (de Chico Buarque e Paulo Pontes).</p>
<p>Todo o burburinho que caminha junto com a covid-19 traz consigo a restrição ao toque como forma de impedimento do contágio do novo vírus. Não é de se surpreender que o aspecto mais atacado da ida de Drauzio Varella ao presídio para uma matéria sobre as condições de vida de pessoas trans encarceradas, exibida pela rede Globo no primeiro dia do mês, tenha sido justamente o abraço que deu na Suzy de Oliveira. As pessoas trans  somos extensivamente e vergonhosamente impedidas ao toque e ao afeto. Chegamos até mesmo a cogitar se o poder de pavor gerado pelo coronavírus não seria uma oportunidade que a cisgeneridade tem diante de si de perceber o isolamento compulsório relegado à vida de pessoas transgêneras.</p>
<p>Jo aponta a busca por desobediências de gênero sem letalidades. Afinal de contas, não haverá vida humana possível pós-coronavírus sem as travestis vivas.</p>
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